Cagón

4 de agosto de 2020, 11:31

Esse rei da Espanha, Juan Carlos, sempre foi uma uma figura execrável. É a representação pura dessas monarquias decadentes e de fachada que ainda perduram na Europa, um símbolo permanente de que a única solução possível para essa gente é – sempre será – a guilhotina ou, a minha favorita, a opção de Lenin para a família Romanov.

Esse ladrão safado, além de tudo, matava animais na África e posava em fotos ridículas, como um caçador europeu do século XIX, às custas do dinheiro público espanhol. Só por isso, tinha que ter sido jogado aos leões, para diversão do povo, com transmissão ao vivo, pela internet.

Por isso, até hoje, morro de raiva de lembrar daquela intervenção cretina contra Hugo Chávez (“Por que não te calas?”), durante uma conferência ibero-americana, no Chile, em 2007.

O ex-presidente venezuelano foi interrompido pelo rei bandido depois ter chamado, corretamente, o ex-primeiro-ministro José Maria Aznar de fascista, pelo apoio que este havia dado ao golpe de Estado contra Chávez, em 2002.

Chávez tinha que ter levantado e enchido a cara desse reizinho de merda de tapas, um pescoção que fosse, como legado bolivariano. O povo da Espanha, hoje, estaria deveras agradecido.

Escrito por:

Jornalista, escritor e professor. Sócio fundador da agência de publicidade e marketing digital CobraCriada.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *