Portugal escolheu Isabel Pedrosa para chefiar a embaixada no Brasil.

7 de janeiro de 2026, 16:31

Em 2021, como emissária da União Europeia em Caracas, foi expulsa da Venezuela após a aplicação de sanções contra autoridades venezuelanas. Na época, o governo enfrentava embates com figuras relacionadas à oposição liderada por Juan Guaidó. Na altura, o presidente Nicolás Maduro a declarou persona non grata e deu 72 horas para sair, mas recuou na decisão a fim de evitar o isolamento internacional do país, que já enfrentava embargos econômicos impostos pelos Estados Unidos. Isabel vai substituir Luís Faro Ramos, visto como um perfil mais alinhado à esquerda e ao governo Lula. A mudança na embaixada está prevista para cerca de 20 de janeiro, mas ainda depende de publicação no Diário Oficial de Portugal e do aval do governo brasileiro.

Foto: PAULO CUNHA/LUSA

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Radicada em Lisboa, é jornalista correspondente de Opera Mundi e escreve em veículos como Jacobin Brasil, Jornal Expresso e Rádio TSF Portugal. Atuou em redações como Revista Brasil Já e Sapo Mag, além de contribuir para diversos meios, entre eles Brasil de Fato, ICL Notícias, Brasil 247, DCM, Correio Braziliense e Rádio Bandeirantes. Cobriu conflitos como as guerras da Ucrânia e do Líbano, as eleições presidenciais na Rússia, as eleições judiciais no México e a Cúpula do Brics, em Kazan e no Rio. Seus principais focos são guerras, conflitos, direitos humanos, migrações, habitação, política e cultura.

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